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A ciência do sucesso de uma criança

Aluno alegre, Marcelo cumpriu facilmente os desafios da colégio primário. Fazia as lições sem dificuldade e conseguir notas máximas era parte de seu cotidiano. Chegava a admirar-se ao analisar que alguns dos amigos de agremiação tinham dificuldade em estudar e, diversas vezes, ouviu dos adultos que possuía um aptidão incomum. Por volta dos 13 anos, entretanto, perdeu repentinamente a ambição pelos estudos, recusando-se a realizar lições de casa e a estudar para provas. O mais curioso é que ele perdeu também o interesse por se divertir. Deixou de ir ao clube, participar de aniversário em buffet infantil, futebol, e também não quis ais saber do vídeo game. No caso dos estudos, como resultado, suas notas despencaram. Os pais tentaram estimular sua confiabilidade, garantindo-lhe que ele era bastante genial. Porém as tentativas de motivá-lo falharam. O garoto argumentava que o trabalho colegial e qualquer outra atividade era tediosa e sem objetivo.

Em um país como o nosso, que venera a aptidão e no qual tantos estão convencidos de que ter conhecimento ou competência superior – e acreditar nessa agilidade – é fórmula para o sucesso, histórias como a do Marcelo não são raras. Mais de 30 anos de pesquisa científica, no entanto, sugerem que o destaque excessivo na inteligência ou na aptidão coloca os indivíduos vulneráveis à derrota, com receio de encarar desafios e relutantes em corrigir suas deficiências.

O que vemos como resultado é que várias crianças passam pelas primeiras séries escolares certas de que sua boa performance colegial sem aplicação as define como espertas ou talentosas. Estes estudantes nutrem a certeza implícita de que a destreza é inata e fixa, o que faz com que se empenhar para capacitar-se pareça não mais que fundamental do que ser (ou parecer) genial. Essa compreensão as leva a analisar desafios, equívocos e até as força como ameaças a seu ego, em vez encará-los como possibilidades para aumentar a performance o que faz com que percam a confiabilidade e a causa no momento em que o trabalho torna-se difícil.

Aplaudir sem limites as capacidades inatas das crianças reforça esse entendimento. E, várias vezes, impossibilita que jovens atletas, profissionais e até relacionamentos afetivos alcancem todo seu potencial. Por outro lado, algumas pesquisas mostram que educar indivíduos a possuir uma “mente de desenvolvimento”, que estimula a força ao invés acentuar especialmente a assimilação ou a aptidão, as auxilia a serem adultos realizadores tanto no colégio quanto no lazer e na vida de um modo geral.

Ainda segundo nossos estudos uma outra forma de reverter esse quadro é dedicar um tempo para divertir-se com a criança. Buscar formas de participar mais da vida dela nesse momento crítico e mostrar que essa é apenas uma fase de sua vida.

Como desfrutar do tempo com a criança de um modo bom e sem acabar com as economias da família?

Uma de nossas sugestões é mostrar ao pequeno e aos amigos dele uma série de brincadeiras que necessitem somente materiais que você tenha em casa ou improvisados, porém que animem o dia e façam o tempo correr rapidamente.

Outra sugestão é procurar locais que forneçam atividades que as crianças criativas possam participar por um baixo custo. Existem muitos salões de festas especializados nisso, por exemplo conheço um buffet infantil em campinas que disponibiliza oficinas, onde as crianças aprendem alguma atividade (como fazer bolo no copo, personagens de papel, etc) e ainda tem um tempo para se divertirem nos brinquedos (brinquedão, mini campo, mini boliche, etc)

Lembre-se que é muito importante que os pais contratem esse serviço de um buffet infantil que disponibilize monitores. Há alguns que até permitem que os pais participem das brincadeiras, o que seria muito mais interessante unindo a primeira e a segunda sugestão.

Além de divertir as férias, as brincadeiras aproximam pais e filhos, incentivando a coparticipação. É muito importante conseguir tirar o filho da frente da televisão do vídeo game e de jogos eletrônicos, visando essa interação e melhoria na percepção deles de que os desafios acontecem na vida real. É preciso tirar a criança desse isolamento que os vídeo games e internet criam atualmente, se os pais realmente quiserem que elas tornem-se adultos com interesse por desafios e ela vida.

Se a seu cotidiano não permite que você fique bastante tempo em casa ao longo da semana, isto não precisa ser uma barreira. “Faça esses programas com seu filho no fim de semana e, ao longo o dia, deixe o indivíduo que vai cuidar dele responsabilizar-se o atividade.

Outra escolha agradável é organizar um revezamento de horários entre as mães. Um grupo de pais pode se planejar para tirar férias do trabalho de acordo com a programação de cada família e, dessa forma, todos poderão participar desse evento.

Lembre-se que o enaltecimento do talento encoraja o entendimento com mais frequência que o reconhecimento da dedicação: as crianças que são aplaudidas pelo talento tentam desviar de trabalhos desafiadoras e buscam atividades fáceis, que não as ameaçassem.

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